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Fazer intercâmbio está na lista de promessas dos brasileiros este ano

Chega o final do ano e com ele, aquela lista de promessas vem junto! Os desejos podem ser desde conquistar o apartamento que sempre quis, o automóvel zero quilômetro, ter uma alimentação e vida mais saudável ou, até mesmo, colocar o pé na estrada para realizar o sonho da viagem internacional.

Superstições à parte, desembarcar em outro país é o sonho de 94% dos brasileiros que buscam uma experiência cultural, conforme a Belta (Associação de Intercâmbios). Mas, para que o check in se torne realidade, o intercambista deve escolher o destino de acordo com seus objetivos, fazer o orçamento do programa e, ainda, criar uma planilha de gastos.

“O planejamento serve para colocar em prática suas metas no exterior sem ter surpresas durante o tempo que estiver fora. Além do investimento que deverá fazer para aprimorar o idioma”, explica Thiago Pereira, gerente de uma agência IE Intercâmbio.

10 anos de promessa

A Arquiteta Thaís Lieske, 25, há dez anos viveu com a promessa de fazer um intercâmbio. Devido algumas situações pessoais, ela sempre deixava esse sonho de lado.  Mas, neste ano de 2017 resolveu mudar a história e procurou a IE, para colocar no novo calendário, uma viagem de 24 semanas na Austrália.

“Desde a época da escola eu queria viver a experiência de morar fora do Brasil. Já tinha um dinheiro guardado só que nunca conseguia me planejar. Logo após eu terminar meu namoro, resolvi que era hora de aprimorar meu inglês”, disse a intercambista que está com a viagem marcada.

Destinos na lista

A lista dos destinos que os brasileiros colocaram como meta diz respeito ao custo de vida do país. Entre eles, estão o Canadá, Estados Unidos, Reino Unido e Austrália, na sequência. Em relação aos tipos de programas, cursos de idiomas e estudo com permissão de trabalho completam as promessas internacionais.

De acordo com Thiago, fazer um intercâmbio é ideal para aquelas pessoas que buscam reconhecimento na carreira, querem amadurecer e ficar fluente no idioma com uma cultura diferente. “A mudança é tanto no lado pessoal de morar sozinho e ter que se virar, quanto, na convivência com gente do mundo todo”, finalizou.

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