Resposta direta: quanto custa fazer faculdade no exterior depende de dois blocos — a anuidade da universidade e o custo de vida da cidade.
Em 2026, nos destinos europeus mais acessíveis das universidades parceiras da IE, a anuidade de uma graduação em inglês começa por volta de €5.750 a €9.900 por ano (cerca de R$ 34 mil a R$ 58 mil, com o euro a R$ 5,89 em 29/06/2026), enquanto destinos como Londres ficam mais altos, na faixa de £15.000 a £16.000 por ano (aproximadamente R$ 100 mil).
A esse valor soma-se o custo de vida, que varia de ~€700/mês em Malta a mais de €2.000/mês em Londres ou Paris.
Em outras palavras: existe faculdade no exterior para diferentes orçamentos, e a Europa concentra hoje as opções mais equilibradas para quem quer estudar em inglês sem o custo dos Estados Unidos ou das universidades britânicas mais caras.
Pela IE, uma única aplicação alcança mais de 500 universidades parceiras, com processo facilitado e bolsas parciais disponíveis em boa parte das instituições — especialmente no primeiro ano. Abaixo você encontra as faixas reais por destino, o que entra na conta e como reduzir o investimento.
Quanto custa fazer faculdade no exterior em 2026? (resumo)
O custo total de uma graduação internacional é a soma de quatro componentes: anuidade (tuition), custo de vida, taxas e seguros e o câmbio do dia em que você paga. Tratar só a mensalidade leva a uma conta irreal — em muitos destinos, a moradia pesa mais que o curso.
Para dar uma referência rápida, considerando os destinos das universidades parceiras da IE e o câmbio de junho de 2026:
- Anuidade (graduação, aulas em inglês): de €5.750/ano (Malta) a £16.020/ano (Londres). Em reais, isso vai de aproximadamente R$ 34 mil a R$ 110 mil por ano.
- Custo de vida: de ~€700/mês (Malta, Grécia) a £1.300–£2.750/mês (Londres).
- Câmbio (jun/2026): Euro ≈ R$ 5,89 (29/06/2026); Libra ≈ R$ 6,84 (25–26/06/2026). Fonte: agregadores de mercado com base no Banco Central — sujeito a variação diária.
Esses números são pontos de partida, não promessas: variam por curso, cidade, estilo de vida e, claro, pelo câmbio. Por isso, todo valor aqui vem com data e fonte — e a recomendação é confirmar os montantes vigentes antes de decidir.
O que entra no custo de uma faculdade no exterior
Antes de comparar destinos, vale entender cada bloco da conta. É isso que separa um planejamento realista de uma surpresa no meio do curso.
- Anuidade (tuition): o valor do curso por ano acadêmico. Em graduações de 3 a 4 anos, é o maior item recorrente. Costuma variar por área (cursos de tecnologia e negócios às vezes têm valores distintos).
- Custo de vida: moradia, alimentação, transporte e contas. É o item que mais oscila por cidade — em capitais como Londres e Paris, a moradia sozinha pode consumir 40% a 60% do orçamento mensal.
- Taxas e seguros: taxa de inscrição/aplicação, seguro-saúde, materiais e, em alguns países, comprovação financeira para o visto (na Alemanha, por exemplo, a conta bloqueada exige cerca de €992/mês liberados, valor de 2026).
- Câmbio: como você paga em euro ou libra e ganha (ou poupa) em real, a cotação muda o custo final mês a mês. Planeje com margem.
Entender esses quatro blocos permite comparar destinos de forma honesta: uma anuidade baixa em uma cidade cara pode custar mais, no total, do que uma anuidade média em uma cidade acessível. É exatamente onde a Europa fora dos grandes centros se destaca.
Quanto custa fazer faculdade no exterior por destino (2026)
A tabela abaixo reúne as faixas de anuidade de graduação e o custo de vida mensal nos destinos das universidades parceiras da IE. Os valores em real usam o câmbio de junho de 2026 (Euro a R$ 5,89; Libra a R$ 6,84) e servem como referência aproximada.
| Destino (parceira IE) | Anuidade/ano (graduação) | ≈ em R$/ano | Custo de vida/mês |
|---|---|---|---|
| Malta — GBS / GBSB Global Business School | €5.750 – €6.900 | ~R$ 34 mil – R$ 41 mil | ~€700 – €1.000 |
| Grécia — University of York Europe (Thessaloniki) | €6.000 – €8.000* | ~R$ 35 mil – R$ 47 mil | ~€750 |
| Paris — ICN / EMA | €9.000 – €9.900 | ~R$ 53 mil – R$ 58 mil | ~€1.250 – €2.000 |
| Alemanha — Schiller (Heidelberg) | €15.420 | ~R$ 91 mil | ~€992 – €1.500 |
| Londres — UWL / UEL | £15.000 – £16.020 | ~R$ 100 mil – R$ 110 mil | ~£1.300 – £2.750 |
| Irlanda — DIFC (foundation/pathway) | Sob consulta | — | ~€1.264 – €2.077 (Dublin) |
Valor de portais educacionais; confirmar com a fonte oficial da University of York Europe Campus. Fontes das anuidades: BachelorsPortal (GBSB Malta, jun/2026); sites oficiais ICN e EMA (ciclo 2026-2027); Schiller (2026); University of East London (2026-27); University of West London (2026). Custo de vida: levantamentos de 2026 por cidade. Valores sujeitos a atualização.
Malta (GBS) — a porta de entrada acessível à Europa
Malta combina aulas em inglês, clima mediterrâneo e um dos menores custos da lista. A anuidade de graduação na GBSB Global Business School parte de €5.750/ano (cerca de R$ 34 mil) e o custo de vida fica entre €700 e €1.000/mês, conforme moradia e cidade (Sliema e Valletta são mais caras). É um destino forte para negócios e tecnologia.
Grécia (University of York Europe) — Europa pagando menos
O campus europeu da University of York, em Thessaloniki, oferece programas multidisciplinares ligados a uma universidade britânica do Russell Group, com anuidade na faixa de €6.000 a €8.000/ano e custo de vida de ~€750/mês — um dos melhores equilíbrios entre reconhecimento acadêmico e orçamento. Confirme o valor vigente na fonte oficial antes de fechar o planejamento.
Paris (ICN / EMA) — gestão em inglês na França
Para quem quer Paris com aulas em inglês, ICN Business School e EMA oferecem bacharelados em gestão e negócios. A anuidade fica entre €9.000 e €9.900/ano (ICN: Bachelor in Management €9.000 e International BBA €9.900, ciclo 2026-2027; EMA: €9.000). O custo de vida parisiense é mais alto — €1.250 a €2.000/mês — mas há apoios locais (transporte e moradia) que aliviam o dia a dia do estudante.
Alemanha (Schiller, Heidelberg) — currículo internacional
A Schiller International University, em Heidelberg, tem currículo multi-campus e anuidade de €15.420/ano no bacharelado (2026). Heidelberg está entre as dez cidades mais caras da Alemanha, então reserve €992 a €1.500/mês para viver. A instituição oferece bolsa parcial para parte dos alunos — confirme o valor e as condições vigentes antes de aplicar.
Londres (UWL / UEL) — carreira no maior mercado europeu
Londres é o destino mais caro da lista, mas também o de maior densidade profissional. Na University of East London, a anuidade internacional de graduação é de £16.020/ano (2026-27); na University of West London, fica em torno de £15.000 a £16.250/ano, conforme o curso. Some o custo de vida londrino (£1.300 a £2.750/mês) e planeje com folga.
Ambas têm foco em empregabilidade e oferecem bolsas parciais e descontos por pagamento antecipado.
Irlanda (DIFC) — pathway para UK e Europa
O Dublin International Foundation College é uma rota de foundation year / pre-master: um ano de preparação que dá acesso a universidades do Reino Unido e da Irlanda. É indicado para quem precisa fazer a ponte acadêmica antes da graduação. O custo de vida em Dublin é alto (€1.264 a €2.077/mês). Confirme a anuidade vigente na fonte oficial antes de decidir.
Por que a Europa é o caminho mais acessível
Quando a pergunta é “quanto custa fazer faculdade no exterior”, a resposta mais cara quase sempre aparece primeiro: Estados Unidos e as universidades britânicas de elite. Mas elas não são o único caminho — e, para a maioria dos estudantes brasileiros, nem o mais estratégico.
A Europa fora dos grandes centros oferece graduações em inglês com anuidades que começam por volta de €5.750/ano e cidades onde se vive com ~€700 a €750/mês, como Malta e Thessaloniki. Comparado às médias de tuition dos EUA, é uma diferença que muda completamente a viabilidade do projeto.
Instituições como Harvard, MIT ou Oxford funcionam aqui apenas como referência de prestígio — o que a IE conecta, de fato, são as universidades parceiras com processo facilitado e foco em empregabilidade.
Há ainda um ganho prático: pela IE, uma única aplicação alcança mais de 500 universidades parceiras em vários países. Em vez de aplicar uma a uma, com taxas e prazos diferentes, você compara destinos e custos a partir de um único processo — o que reduz tempo, incerteza e gasto com aplicações paralelas.
É a forma mais eficiente de transformar “quanto custa” em “qual destino cabe no meu orçamento e no meu objetivo”.
Bolsas parciais: como reduzir o custo (sobretudo no 1º ano)
A maioria das universidades parceiras da IE oferece bolsa parcial — um desconto sobre a anuidade, não a gratuidade total. É um dos principais mecanismos para baixar o custo de fazer faculdade no exterior, e costuma ser mais generoso no primeiro ano.
- Londres (UEL): bolsas parciais que vão de £500 a £5.000 sobre a anuidade do primeiro ano, além de desconto por pagamento antecipado.
- Londres (UWL): bursary para estudantes internacionais e Early Settlement Discount de £500 por pagamento integral até a matrícula.
- Alemanha (Schiller): programa de bolsa parcial por mérito/necessidade — confirme o percentual e as condições vigentes na fonte oficial da Schiller antes de aplicar.
Importante: bolsa aqui é sempre parcial e sujeita a critérios e disponibilidade — não existe “bolsa integral garantida” nesses programas. Os valores mudam a cada ciclo, então o caminho seguro é solicitar os montantes atualizados para o curso e o destino que você quer.
Esse é, inclusive, o ponto em que um consultor faz mais diferença: cruzar a anuidade, a bolsa parcial possível e o custo de vida para chegar ao custo real do seu projeto. Se esse for o seu foco, vale ler também o guia completo sobre bolsa de estudos no exterior.
Requisitos para fazer faculdade no exterior (admissão facilitada ≠ sem critério)
Pela IE, a admissão é facilitada — ou seja, sem vestibular nacional —, mas isso não significa ausência de critérios. Existem requisitos gerais que valem para a maioria das universidades parceiras:
- Idade: 17 anos ou mais.
- Escolaridade: ensino médio concluído (ou em conclusão, conforme o curso).
- Idioma: inglês intermediário a fluente, comprovado conforme a exigência de cada instituição e curso.
- Documentação: histórico, documentos pessoais e, em alguns países, comprovação financeira para o visto de estudante.
Cada universidade pode ter exigências próprias (nota mínima, teste de proficiência específico, portfólio em cursos criativos). Por isso, “processo facilitado” descreve a conveniência de uma aplicação única para 500+ instituições — não a dispensa de requisitos. Verificar seu perfil antes de aplicar evita retrabalho e direciona você aos destinos em que tem mais chance de admissão e bolsa parcial.
Perguntas frequentes sobre o custo de fazer faculdade no exterior
Nos destinos europeus mais acessíveis das parceiras da IE, a anuidade de graduação fica entre €5.750 e €9.900/ano (cerca de R$ 34 mil a R$ 58 mil, com euro a R$ 5,89 em jun/2026); Londres é mais cara, na faixa de £15.000 a £16.020/ano (~R$ 100 mil). Some o custo de vida, de ~€700 a £2.750/mês conforme a cidade.
Entre as parceiras, Malta e a Grécia (University of York Europe, em Thessaloniki) reúnem anuidade a partir de €5.750–€6.000/ano e custo de vida em torno de €700–€750/mês — as opções mais econômicas para estudar em inglês na Europa, segundo levantamentos de 2026.
Sim, mas são bolsas parciais (desconto sobre a anuidade), não gratuidade total, com valor que muda por universidade e ciclo. Em Londres, a UEL oferece de £500 a £5.000 no primeiro ano, por exemplo. Solicite os valores vigentes para o seu curso.
É preciso comprovar inglês intermediário a fluente, conforme a exigência de cada universidade e curso. A admissão é facilitada (sem vestibular nacional), mas há requisitos: 17+, ensino médio concluído e proficiência no idioma.
Não. A anuidade cobre o curso; moradia, alimentação, transporte, seguro e comprovação financeira para o visto entram à parte. Na Alemanha, por exemplo, a conta bloqueada exige cerca de €992/mês liberados (2026).
Em vários países há permissão para trabalho de meio período dentro das regras do visto de estudante, mas as horas e condições mudam por país e por curso. Confirme as regras vigentes do destino com um consultor antes de contar com essa renda no planejamento.
Pronto para descobrir quanto custa o seu projeto?
Você já viu que fazer faculdade no exterior cabe em orçamentos bem diferentes — e que a Europa concentra hoje as opções mais acessíveis para estudar em inglês, com bolsas parciais que aliviam sobretudo o primeiro ano. O custo real, porém, depende do seu curso, do destino e do câmbio do dia.
A IE atua em educação internacional desde 1998, com mais de 100 mil estudantes atendidos, 40+ unidades e selo BELTA; no ensino superior no exterior, pela IE, uma única aplicação alcança 500+ universidades parceiras, por um processo facilitado.
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