Ano letivo nos EUA: entenda como funciona o ensino no país

Ano letivo nos EUA: entenda como funciona o ensino no país

Muita gente tem dúvida sobre como funciona o processo de ingresso em uma instituição de ensino nos Estados Unidos. Através disso, optamos por compartilhar hoje algumas características do ano letivo nos EUA e como isso diverge do Brasil.

Afinal, o sonho de estudar no exterior vem acompanhado de muitas dúvidas e incertezas e, claro, não é isso que nós queremos aqui. Por isso, se você é uma daquelas pessoas que já se imagina começando o ano letivo nos EUA, fica aqui com a gente!

A primeira coisa que você precisa saber é que o destino, mesmo com a existência de muitos outros, ainda é um prato cheio e bastante procurado pelos brasileiros para uma experiência fora.

Em outras palavras, falar aqui sobre como funciona ano letivo nos EUA é uma das formas de te aproximar e apresentar essas oportunidades. Logo, não se preocupe se você não tem conhecimento do idioma, o intercâmbio te proporciona esse desenvolvimento.

Dessa forma, diferentemente do que acontece no Brasil, o período letivo nos EUA começa entre agosto e setembro e termina entre maio e junho. Ou seja, o semestre acadêmico dura cerca de 5 meses e o ano acadêmico de nove a dez meses.

Pode parecer mais complexo, mas fica tranquilo, não é! O que vale ressaltar é que nos Estados Unidos as instituições têm um certo tipo de liberdade e propriedade para definir especificamente essas datas.

Você pode até se perguntar o porquê de estudar no país, mas as respostas são bem evidentes e nós listamos algumas logo abaixo, confere:

  • Praticar o idioma local;
  • Conhecer pessoas do mundo todo;
  • Adquirir conhecimento cultural;
  • Viver novas experiências;
  • Ter mais liberdade;
  • Fazer uma faculdade no exterior;

 

Ano letivo nos EUA x ano letivo no Brasil

 

Uma coisa que sem dúvida chama atenção do jovem que deseja dar início ao ano letivo nos EUA, é a possibilidade de ter aulas com finalidades extracurriculares. Seja na área de música, culinária, arte, dança, teatro, entre tantas outras.

A liberdade acadêmica que as instituições americanas oferecem e incentivam estimulam ainda mais o processo de desenvolvimento dos alunos. Ou seja, além de fazer um High School, por exemplo, ele se envolve em atividades que corroboram com a sua curva de crescimento.

Porém, é preciso ter cautela para entender como esse processo destoa do ensino brasileiro. Afinal, essas mudanças vão desde o período do ano letivo à carga horária, grade curricular, disciplinas e afins. 

Além disso, quando falamos sobre avaliações, é importante salientar que, mesmo o aluno sendo brasileiro, ele é avaliado da mesma forma que um aluno americano. Logo, diferentemente do Brasil, no país as notas variam em escala, a qual varia de A à F.

Uma coisa que não tem muita variação é a forma como essa nota é composta. Por isso, é comum que você seja avaliado através de provas, trabalhos, atividades, testes, feiras, etc. Sendo as aulas em período integral, com pausa para refeições. 

 

As escolas americanas são mais flexíveis ao ensino

 

Como falamos anteriormente, o ensino americano é baseado em premissas que envolvem os interesses pessoais do aluno. Isso, de fato, torna essas escolas mais flexíveis e mais abertas a entender as necessidades do aluno.

No Brasil, apesar do incentivo às atividades extracurriculares existir, ainda não é exatamente uma prática da maioria das instituições.

Ou seja, o apoio ao interesse pessoal do aluno dedicado pelas escolas americanas influenciam bastante no momento de escolha. Ou seja, a possibilidade da união acadêmica à escolha do aluno é um forte atrativo!

 

E aí? O que achou? Deu pra tirar todas as dúvidas? Caso não, entre em contato com os nossos consultores e descubra um mar de possibilidades para você. Porém, se você é aquela pessoa decidida e que já tem certeza do que quer, não perca tempo e garanta a sua oportunidade de viver o intercâmbio ideal para você.

Por fim, que tenhamos contribuído para o seu entendimento sobre o ano letivo nos EUA e, quem sabe, que possamos fazer parte desse processo. Seja para estudar ou mesmo trabalhar, o país norte-americano dispõe de inúmeras vantagens.

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